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Hospital abre sindicância para apurar caso de paciente achado vivo em saco de necrotério

Waldelúcio Gonçalves, 54 anos, foi declarado morto no final da noite de sábado (23) e encontrado vivo pelo irmão na madrugada de domingo (24) dentro de um saco no necrotério.

Foto Reprodução: correio24horas.com.br - Waldelúcio estava vivo dentro de necrotério do hospital

Foto Reprodução: correio24horas.com.br – Waldelúcio estava vivo dentro de necrotério do hospital

A direção do Hospital Geral Menandro de Faria (HGMF) abriu na manhã desta segunda-feira (25) uma sindicância interna para apurar o caso do paciente Waldelúcio de Oliveira Gonçalves, 54 anos. Ele foi declarado morto no final da noite de sábado (23) e encontrado vivo pelo irmão na madrugada de domingo (24) dentro de um saco no necrotério da unidade.
Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia, a diretora geral do hospital, Margarida Miranda, vai se reunir hoje com a equipe que atendeu Waldelúcio, incluindo a médica que assinou a declaração de óbito do paciente. A diretoria da Sesab também se reunirá com os responsáveis pelo hospital.
Segundo Patrícia Gonçalves, sobrinha de Waldelúcio, a família foi informada por volta das 23h de sábado (23) que havia falecido após uma insuficiência respiratória e falência múltipla dos órgãos. Cerca de duas horas depois, o irmão do ‘falecido’ teve acesso à sala para vestir o corpo de Waldelúcio e percebeu que o saco estava se movimentando.

“O saco estava fechado e se mexendo. Subindo e descendo como se ele estivesse respirando. Daí ele [irmão de Waldelúcio] chamou todo mundo pra ver o que estava acontecendo. Já estava com os pés amarrados e com algodão no nariz e ouvidos”, contou Patrícia ao Correio24horas por telefone.

O paciente foi levado de volta para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde segue internado. “Estive com ele hoje. Na sala tem mais outros dois pacientes. Estava entubado. Ele abriu os olhos e estava bem. Antes de ter sido internado, ele já falava com muita dificuldade por conta da doença”, disse. Ainda de acordo com a sobrinha, a família quer que ele seja transferido logo para o Hospital Santo Antônio.

Porém, antes da notícia de que Waldelúcio estava vivo, a família tratou de providenciar o enterro. “Tinha tudo já. O laudo da morte e o caixão já estava comprado”, explica a sobrinha. Segundo Patrícia, uma declaração de óbito foi emitida pelo hospital

Informações correio24horas.com.br – Edição Sidiclei Oliveira

Dado como morto, homem de 54 anos é encontrado vivo em necrotério de hospital.

A família de Waldelúcio de Oliveira Gonçalves, 54 anos, dado como morto pelos médicos, teve uma surpresa na madrugada deste domingo (24), no Hospital Geral Menandro de Faria, que fica em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. Ele foi encontrado pelo irmão respirando dentro do saco usado para colocar cadáveres no necrotério do hospital.

 Foto Reprodução: correio24horas.com.br - Waldelúcio estava vivo dentro de necrotério do hospital

Foto Reprodução: correio24horas.com.br – Waldelúcio estava vivo dentro de necrotério do hospital

Segundo Patricia Gonçalves, sobrinha de Waldelúcio, a família foi informada por volta das 23h de sábado (23) que havia falecido após uma insuficiência respiratória e falência múltipla dos órgãos. Cerca de duas horas depois, o irmão do ‘falecido’ teve acesso à sala para vestir o corpo de Waldelúcio e percebeu que o saco estava se movimentando.

“O saco estava fechado e se mexendo. Subindo e descendo como se ele estivesse respirando. Daí ele [irmão de Waldelúcio] chamou todo mundo pra ver o que estava acontecendo. Já estava com os pés amarrados e com algodão no nariz e ouvidos”, contou Patrícia ao Correio24horas por telefone.

Waldelúcio, que sofre com câncer, seria internado na próxima terça-feira (26) no Hospital Santo Antônio, das Obras Sociais Irmã Dulce, para seguir com o tratamento. Porém, na manhã de sábado (23) ele passou mal e resolveram leva-lo para a emergência do Hospital Menandro. “Ele acordou com falta de ar. A tia dele achou que era a melhor opção e realmente foi. Quando eles chegaram, foram bem atendido e já mandaram entrar. Nem precisou parar pra preencher ficha antes”, lembra Patrícia.

Foto Reprodução: correio24horas.com.br - Waldelúcio de volta ao hospital

Foto Reprodução: correio24horas.com.br – Waldelúcio de volta ao hospital

O paciente foi levado de volta para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde segue internado. “Estive com ele hoje. Na sala tem mais outros dois pacientes. Estava entubado. Ele abriu os olhos e estava bem. Antes de ter sido internado, ele já falava com muita dificuldade por conta da doença”, disse. Ainda de acordo com a sobrinha, a família quer que ele seja transferido logo para o Hospital Santo Antônio.

Porém, antes da notícia de que Waldelúcio estava vivo, a família tratou de providenciar o enterro. “Tinha tudo já. O laudo da morte e o caixão já estava comprado”, explica a sobrinha. Segundo Patrícia, uma declaração de óbito foi emitida pelo hospital. Por telefone, a assessoria da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) não foi encontrada para atualizar o boletim médico do paciente ou comentar o caso.

Informações correio24horas.com.br – Edição Sidiclei Oliveira

Criança de 4 meses morre após ser agredida pelo o próprio pai em Ichu

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Por volta das 14h20 deste domingo (13), morreu na Clínica Medica da Criança (CLIMECC), em Conceição do Coité, uma criança de apenas 4 meses de idade, que estava internada desde da noite de sábado (12), após dá entrada vítima de agressão. O fato aconteceu na Fazenda Progresso, zona rural de Ichu, a criança tinha dado entrada no Hospital Municipal daquela cidade, e foi transferida para clínica especializada em pediatria.

A genitora da criança conhecida por Albinia Araújo Oliveira, disse a equipe do Informe Bahia que teve a graça de dá a luz as gêmeas e não esperava que fosse acontecer uma tragédia dessa, ela informou ainda que a criança foi agredida pelo pai conhecido por Robenaldo Francisco de Jesus, apelidado de Nem, esse tipo de agressão não foi pela primeira vez, o motivo seria porque a criança chorava bastante momentos antes da agressão.

Albinia ainda informou que o agressor negou dar o documento da criança para que não fosse levada para o Hospital Municipal de Ichu. A mesma espera que ele seja preso e pague pelo o crime que cometeu. O corpo da criança foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica de Feira de Santana, a polícia civil local deve acompanhar o caso.

 As informações são do portal de notícias informebahia.com

 

Após denúncias secretário de Saúde de Araci entrega o cargo.

Foto reprodução: extraída do www.bahianoticias.com.br

Foto reprodução: extraída do www.bahianoticias.com.br

Depois de nove meses de gestão o secretário de Saúde da cidade de Araci, João Batista da Silva Santiago, entregou o cargo ao prefeito Antônio Carvalho da Silva Neto (PDT) nesta segunda-feira (16). O pedido, de acordo com o agora ex-titular da pasta, tem caráter irreversível.

Batista iniciou na gestão do prefeito Silva Neto na pasta de Relações Institucionais, em que despachou até agosto do ano passado. Por conseguinte foi nomeado chefe da Saúde após exoneração de Glória Firmo, por denúncias de falsos médicos que atendiam no Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição.

De acordo com sites locais, o secretário manteve a filha, Karine Costa Santiago, como coordenadora do Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS) da Secretaria Municipal da Saúde e foi denunciado por nepotismo ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios.

Diversas denúncias apontaram problemas nos postos de saúde do município e no hospital municipal Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Araci. Recentemente, o programa Fantástico, da Rede Globo, denunciou a ação da Cooperativa Baiana de Saúde (Cooba) que atuava na cidade de Araci e em outras cidades.

Na reportagem a diretora da entidade, Cláudia Gomes, entregou o esquema que, segundo ela, 7% da verba destinada à Saúde passa para a cooperativa e 10% para a parte da pessoa que fizer a indicação. E ainda segundo a reportagem do Programa Fantástico da rede Globo, vale lembrar que foi assinado, em abril de 2013, um contrato entre a prefeitura de Araci e a Cooba no valor de R$ 4,25 milhões, o que renderia uma comissão de R$ 425 mil para o intermediário da negociação com a cooperativa.

Edição e adaptação de texto: Sidiclei Oliveira, com Reportagem do www.bahianoticias.com.br

Presidente do SINDIFUNPS fala da falta de EPIs e ameaça entrar em greve caso o material não seja entregue até o final de Junho.

Em entrevista ao Rádio Revista de hoje, Sortinê Oliveira presidente do Sindicato dos Funcionários Público de Santaluz (SINDFUNPS), disse que a reivindicação pelos equipamentos de proteção individual (EPIs) começou antes mesmo de assumir a presidência do Sindicato.

Segundo Sortinê a primeira ação do seu mandato foi reunir com o prefeito Zenon Nunes da Silva Filho PSD, para discutir o plano de carreira dos profissionais e aquisição dos EPIs.

Ele explicou que na ocasião o prefeito Zenonzinho prometeu fazer a entrega do material até o final de junho.

O presidente falou ainda que caso os kits não sejam entregues até o final do mês, a categoria deve paralisar as atividades.

Segundo Sortinê as condições de trabalho dos funcionários da área de limpeza pode ser considerada como de miséria, pois não há nenhuma atenção do poder público.

Sortinê disse também que não entende porque a Prefeitura não paga a insalubridade para os servidores contratados da área de limpeza.

Ele acrescentou ainda que não viu nenhuma medida de atenção ou importância do poder público para os profissionais da área de limpeza e destacou ainda que alguns dos carros de coleta estão totalmente descuidados, e inclusive, nascendo até pé de capim.

Sortinê disse também que quer acreditar que o prefeito vai cumprir com a promessa de que até o final desse mês vai entregar os equipamentos e caso não seja cumprido, as providencias serão tomadas.

No Artigo. 166, a CLT determina que: “A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados.” (Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977).

Com reportagens de Dil Carmo. Edição Edisvânio Nascimento