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Santaluz adere à campanha nacional contra hanseníase, verminoses e tracoma

A Secretaria Municipal de Saúde, de Santaluz, por meio da Coordenação de Vigilância Epidemiológica aderiu à campanha Nacional contra a Hanseníase, verminoses e Tracoma.

A campanha acontece este mês e é realizada em parceria com o Ministério da Saúde. O objetivo da ação é proteger crianças e adolescentes estudantes de escolas municipais, com idade entre 5 e 14 anos, contra essas doenças e alertar pais e professores sobre os seus sintomas.

A campanha visa à detecção precoce dos casos de hanseníase e encaminhar para o tratamento preventivo (profilático) de verminoses, detecção e tratamento de casos de tracoma em meninos e meninas de 5 a 14 anos.

Durante a ação, os alunos serão examinados e, se necessário, medicados contra os vermes e o Tracoma, que é um tipo de doença inflamatória dos olhos que quando não tratada pode levar à cegueira.

Gislaine Mota Góis, Coordenadora da equipe de Vigilância Epidemiológica destaca como está acontecendo a campanha em Santaluz.

Gislaine explica também sobre o que é hanseníase, os preconceitos que ainda existem com as pessoas que contraem a doença e as maneiras que os indivíduos podem contrair a doença, pois ela também é contagiosa.

Ela disse também que a hanseníase é uma doença que acomete pele e nervos e que causa incapacidades, mas que se trata de uma doença que hoje tem cura.

Gislaine Mota Góis fala também o que é tracoma, os seus sintomas e explica que entre os principais riscos que a doença pode oferecer é que pode levar a cegueira.

A Coordenadora disse a maneira que a campanha vai acontecer nas escolas e disse também que é muito importante que haja a sensibilidade e o envolvimento dos pais para que todos participem colaborando com a campanha.

Gislene concluiu dizendo que conta muito com a colaboração de todos, pois segundo ela, só assim a campanha será bem sucedida no município.

Edição: Edisvânio Nascimento.

Vacina contra a Hepatite A é inserida nos postos de saúde de Sergipe

Ilustração

A vacina contra a Hepatite A já faz parte do calendário básico de vacinação e estará disponível nas unidades de saúde de todo o Estado a partir da segunda quinzena de agosto. A vacina é destinada a crianças a partir de 12 meses a menores de dois anos de idade.

‘Não é campanha. É rotina’, destacou a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Sândala Teles. Ela acrescentou que a introdução dessa vacina faz parte da ampliação do Calendário Nacional de Vacinação por parte do Programa Nacional de Imunização. A meta é vacinar 95% do público alvo.

De acordo com Sândala Teles, o Ministério da Saúde já encaminhou para Sergipe as 10.800 doses. “A partir do dia 4 de agosto iniciaremos a distribuição para os municípios”, disse.

Hepatite A

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos de Hepatite A no mundo. Nos países com precárias condições sanitárias e socioeconômicas, a Hepatite A apresenta alta prevalência.

“A hepatite A é uma doença benigna na infância e de incidência frequente e precoce nas populações de baixa renda que vivem em más condições de saneamento básico”, ressaltou Sândala Teles.

A principal via de contágio é a fecal-oral por contato inter-humano ou por meio de água e alimentos.

Informações G1.

Camisinha que combate HIV, herpes e HPV será lançada nos próximos meses

Foto: Paraiba.com

As autoridades da Austrália aprovaram um preservativo desenvolvido no país que incorpora uma substância que desativa quase em sua totalidade o HIV e outros vírus sexualmente transmissíveis.

A empresa de biotecnologia Starpharma desenvolveu um composto antiviral chamado VivaGel, que segundo os testes de laboratório, é capaz de desativar até em 99,9% o HIV, o herpes e outros vírus sexualmente transmissíveis, segundo a emissora local “ABC”.

A substância antiviral foi incorporada nos lubrificantes de preservativos produzidos pela Ansell, que já receberam um certificado de conformidade da Administração de Bens Terapêuticos. A diretora-executiva da Starpharma, Jackie Fairley, disse que o sinal verde do organismo regulador australiano é um passo prévio a sua comercialização, que deve ser concretizada em poucos meses.

Ao explicar seu novo produto, Jackie destacou que o VivaGel, que tem propriedades antibacterianas e antivirais, desativa o HIV ao reduzir o número de partículas virais.

— Há uma maior probabilidade de contrair a infecção se você está exposto a uma maior quantidade de partículas virais.

No entanto, Jackie insistiu que, apesar de os preservativos serem a melhor proteção contra as infecções sexualmente transmissíveis, estes não são 100% efetivos.

Informações Agencia EFE.

Tratamento de HIV/Aids no Brasil salva mais que média global

Mortes em decorrrência do HIV no Brasil caíram a uma taxa anual de 2,3% entre 2000 e 2013 (Foto: Thinkstock/BBC)

Desde a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, em 2000, as mortes por HIV/Aids e tuberculose no Brasil caíram a taxas maiores do que a média global, indica um estudo divulgado nesta terça-feira (22).

Além disso, o número de anos de vida salvos graças ao acesso a tratamento e prevenção ficou acima do registrado em países em desenvolvimento, segundo a pesquisa.

De acordo com o relatório, publicado na revista científica “The Lancet” e divulgado na Conferência Internacional sobre Aids, que ocorre em Melbourne, na Austrália, as mortes em decorrrência do HIV no Brasil caíram a uma taxa anual de 2,3% entre 2000 e 2013, maior do que os 1,5% registrados globalmente.

Nos casos de mortes por tuberculose, a taxa anual de queda foi de 4,5% desde 2000, acima da média global de 3,7%.

No cálculo dos anos de vida salvos graças ao acesso a terapia antirretroviral, programas para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho e a promoção do uso de camisinhas, o Brasil atinge um índice de 0,37, em uma escala que vai de 0,07, para países em pior situação, até 0,49, em países muito ricos.

“O desempenho do Brasil está acima do registrado em outros países em desenvolvimento, que foi de 0,28 a 0,35”, disse à BBC Brasil um dos coautores do estudo, Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Universitário da USP.

De acordo com o estudo, entre 1990 e 2003, mais de 230 mil anos de vida foram salvos no Brasil graças ao acesso à prevenção e tratamento. De 2004 a 2008, foram mais de 450 mil anos. E de 2009 a 2013, quase 682 mil anos.

Em todo o mundo, foram 20 milhões de anos de vida salvos desde 1990, mas o autor principal do estudo, Christopher Murray, alerta que a qualidade dos programas de tratamento e prevenção do HIV/Aids ainda tem grandes variações de acordo com a região do planeta e diz que ainda há muito a ser feito para avançar no combate à doença.

Informações G1.

 

Ceará é o estado que mais imuniza meninas contra o HPV

Desde o início da campanha de vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), em março, mais de 4,1 milhões de meninas de 11 a 13 anos foram imunizadas em todo o país. O Ceará, com 98,8% de imunização, São Paulo, com 96% e Santa Catarina, com 92,8% foram os estados que registraram maiores coberturas até agora.

Enquanto isso, Amazonas, com 23%, Acre com 36% e Distrito Federal, com 40% do público-alvo vacinado foram as regiões com os menores índices de vacinação.

A meta do governo federal era imunizar 80% das meninas entre 11 e 13 anos de todo o Brasil. A meta foi ultrapassada no geral, com imunização de 83,5%, em que pese os resultados fracos em alguns estados, mas as vacinas continuam disponíveis nos postos de saúde, e a partir de setembro as meninas começarão a receber a segunda dose da vacina.

Neste ano, o público-alvo do Ministério da Saúde para a prevenção do câncer do colo de útero são as adolecentes, mas em 2015 e 2016 a campanha será destinada à cobertura vacinal de um público mais novo: de 9 a 11 anos. O esquema de vacinação é composto por três doses. A segunda é aplicada com intervalo de seis meses e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose.

A vacina usada no Brasil é a quadrivalente, que proteje de quatro subtipos (6, 11, 16 e 18) do HPV, com eficácia de 98%. Os subtipos 16 e 18 são causadores de cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo.

Estudos apontam que 270 mil mulheres morrem por ano, no mundo, devido ao câncer de colo de útero. Em 2014, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4.800 óbitos no Brasil.

Informações Aline Leal – Repórter da Agência Brasil.